PLANTAS MEDICINAIS

As plantas consideradas medicinais, contém substâncias bio-ativas com propriedade terapêuticas, profilática e paliativa, conhecidas desde os tempos remotos. Essas plantas são utilizadas pela medicina atual, chamada fitoterápia e suas propriedades são estudadas nos laboratórios farmacêuticos, a fim de isolar as substâncias que lhe conferem propriedades curativas. Muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado. Toda a planta, mesmo alimentícia, pode ser potencialmente tóxica dependendo da dosagem.

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TEMÁTICA

As plantas medicinais são utilizadas pela medicina atual (fitoterapia). Entretanto, a planta “in natura” ou pré porcessada utilizada pela população sem recomendação médica é uma prática denominada “Medicina Popular” e obviamente tem seus riscos, como a dificuldade em se estabelecer dose, posologia e, em alguns casos, a verdadeira identidade de algumas espécies.

Desta forma, este espaço apresenta o uso das plantas medicinais como alternativa terapêutica e para tanto, deve ser acompanhada por um profissional da saúde.



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As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico, apenas informativa. Consulte sempre um profissional da saúde para qualquer tipo de informação.

9 de jun de 2014

AÇAFRÃO - Crocus sativus L - Propriedades Medicinais - 119






Resultado final

FAMILIA
Iridáceas
NOME CIENTÍFICO
Crocus sativus L
NOME POPULAR
PARTE USADA
Estigmas da flor
PRINCÍPIO ATIVO
Princípios amargos (crocina e picrocina) e 1 óleo essencial.
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
Uso medicinal Os estigmas encerram propriedades emenagogas, antiespasmódicas, eupépticas, sedativas. São empregados nos casos de asma, coqueluche, histeria, bem como contra os cálculos dos rins, do fígado e da bexiga. Oito a dez estigmas, em infusão, são suficientes para um chá. Para combater as hemorróidas, aplicam-se cataplasmas quentes, preparados com o infuso desta planta (três gramas para uma xícara de água).
INDICAÇÕES 
 É digestivo, aperitivo, carminativo, antiespasmódico e emenagogo. Indicações Combate a tosse causada pela bronquite crônica, ansiedade, insônia.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
 Planta herbácea, bulbosa. Folhas compridas, arroxeadas. Flor amarela ou vermelha. Os estigmas dessecados fornecem o “açafrão” conhecido no comércio, e que é uma matéria amarela usada como corante e condimento
Cultivo
ORIGEM
Ásia central
CURIOSIDADES HISTÓRICAS
É tida como uma das mais caras ou a mais cara especiaria do mundo uma vez que, para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores, e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2000  m².1 Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.
Estigmas
MODO DE USAR
É utilizado para dar uma coloração amarelada ao arroz e em sopas e massas e na indústria alimentícia como condimento, corante natural e aromatizante. Usada principalmente na elaboração de risotos, paella, sopa de peixe e bacalhau à espanhola.
CONTRA INDICAÇÕES.
Consumo desaconselhável para mulheres grávidas.
 Em doses altas é tóxico, abortivo e produz graves transtornos nervosos e renais
Fonte:
pt.wikipedia.org
www.herbario.com.br
Formatação: Helio Rubiales

5 de jun de 2014

CAFÉ - Coffea arabica L - Proriedades medicinais - 118


Plantação





FAMILIA
Rubiaceae

NOME CIENTÍFICO
Coffea arabica L

NOME POPULAR
Cafeeiro, Café . Outros países: Port .: cafeeiro; Esp .: cafeto, café; Fr .: caféier, café; Ing .: coffe tree.

PARTE USADA
Sementes

PRINCÍPIO ATIVO
Cafeína, óleo essencial.

PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
Estimulante do sistema nervoso, do aparelho circulatório, aumenta secreção de sucos gástricos.

INDICAÇÕES
O emprego medicinal do café excepcionalmente justifica-se desde que não haja outros tratamentos com menos efeitos secundários: Intoxicação alcoólica aguda, onde o café pode neutralizar os efeitos depressivos do álcool Desmaio, desfalecimento por esgotamento físico e fadiga (infusão dos grãos verdes ou torrados) cefaléia, enxaqueca, congestão cerebral por gripe ou afecções catarrais, febre, também em infusão

COMPOSIÇÃO QUÍMICA
 A composição química do café inclui, além da famosa cafeína, outras substâncias cujos efeitos foram temas de inúmeras pesquisas., contem as lactonas que possuem ação sobre o sistema nervoso central.
 Outros componentes são a celulose, que estimula os intestinos; os minerais, importantes para o metabolismo; os açúcares e o tanino, que contribuem para o sabor; e os lipídeos, que dão aquele aroma especial.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Arbusto de até 4 m de altura, caule reto de casca cinzenta e rugosa. Copa cônica com ramos laterais pendentes. Folhas onduladas nos bordos e de coloração verde-acinzentada quando jovens, verde-brilhante posteriormente. Flores brancas aglomeradas ao longo dos ramos, aromáticas e atrativas para abelhas.

Fruto fruto em forma ovoide, é uma drupa elipsoidal de coloração verdes passando a vermelho e tornando-se preto de acordo com as fases de maturação. Casca lisa e brilhante, contendo sementes de coloração acinzentada, branco-amarelada ou amarelo- esverdeada, envoltas por polpa branca, adocicada.

Flores brancas, aromáticas, reunidas em número de 2 a 6, formando glomérulos situados na axila das folhas. As flores normais do cafeeiro abrem-se nas primeiras horas da manhã e permanecem abertas durante todo o dia.

ORIGEM
Africa

CURIOSIDADES HISTÓRICAS 
-História do café
A história do café é marcada por interessantes acasos e coincidências. Sua origem é estimada em cerca de mil anos e está associada aos árabes, que primeiro cultivaram a fruta. A região de Kafa, no Oriente Médio, parece ser o berço do café , tendo inclusive emprestado seu nome à bebida. Mas interessante mesmo são os primeiros registros acerca do café , nos quais podemos perceber como a observação dos animais inspira nosso cotidiano. Café Tudo começou na Etiópia, quando um pastor percebeu que suas cabritas gostavam de comer certo fruto pequenino, vermelho e arredondado. Estas mesmas cabritas se mostravam mais espertas e resistentes depois de comê-lo. Quando o pastor resolveu experimentar as frutas (esmagou-as com manteiga e fez uma pasta), conheceu os efeitos estimulantes do café . A versão bebida, porém, vem dos árabes. Isto foi no século XV. Com o passar do tempo, o café seria não só saboreado, como estudado em seus efeitos estimulantes e revigorantes. Através do comércio dos árabes com os europeus, o consumo do café foi se ampliando e, com as grandes navegações, chegou às Américas Central e do Sul.

-No Brasil
O café chegou em 1727, pelas mãos de Francisco de Melo Palheta, sargento-mor do exército. Durante uma missão oficial na Guiana Francesa, foi convidado a percorrer plantações de café. Na volta, trouxe sementes e mudas que foram plantadas em Belém, onde morava. Em 1731, o Brasil, através do Maranhão e do Pará, já exportava café para Portugal. A partir de 1760, o café chegou também ao Rio de Janeiro, capital do Brasil Colonial, e de lá se espalhou para o Espírito Santo, São Paulo e Paraná. Em 1800, o Triângulo Mineiro também já possuía cafezais. Após a Proclamação da República, em 1889, o Brasil já produzia 5.586 mil sacas de 60kg de café . O chamado "ouro verde" tornou o país, já nessa época, o maior produtor mundial do fruto. Durante muito tempo, o café permaneceu como o maior produto da economia brasileira e ditou os rumos políticos do país. Hoje, o país possui torrefadoras que estão entre as maiores e mais modernas do mundo.

MODO DE USAR
Depois de colhidos os grãos são secos.  A próxima etapa é a retirada de cascas e impurezas, logo depois será torrado e moído
Grãos com casca
Grãos torrados


CONTRA INDICAÇÕES.
Seu uso habitual está relacionado com o câncer da bexiga, do pâncreas, do cólon e com o aumento do colesterol do sangue.

www.mogyana.com.br
www.cantoverde.org
 www.ibge.gov.br

2 de jun de 2014

ALCACHOFRA - Cynara scolymus L - Propriedades medicinais - 117









FAMILIA
Compostas (asteraceae).
NOME CIENTÍFICO
Cynara scolymus L.
 NOME POPULAR
Alcachofra-hortense, cachofra
NOME EM OUTROS IDIOMAS
Francês: artichaut, Inglês: artichoke, Italiano: carciofo, Alemão: artischocke, Espanhol: alcachofera
PARTE USADA
Folhas, brácteas (cabeça), raízes
PRINCÍPIO ATIVO
Cinarina(amargo cristalizável), Ácido cafeico, Pigmentos, Flavonóides(luteol), Glicosídeos, Cinarosídeos, Cinaropectina, Taninos, Mucilagens, Pró vitamina A, Vitamina C, Enzimas
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
-Antiesclerótico, digestiva
-Possui substâncias com efeito benéfico nas doenças das vias biliares e hepáticas. Possui como princípios ativos a cinarina e o ácido cafeico que estimulam a formação da bile hepática, regularizam a formação de sais biliares e o colesterol, e o seu uso é indicado para os diabéticos.
-São usadas igualmente com sucesso contra a icterícia, cujos sintomas desaparecem mais rapidamente.
-As folhas reduzem a taxa de açúcar no sangue e são usadas como adjuvantes no tratamento da diabetes.
- servem também para fabricar licores e bebidas amargas.
- O suco fresco é utilizado externamente para tratar eczemas e erupções cutâneas.
-O consumo da cabeça de alcachofra é excelente para quem sofre de anemia, pois é uma fonte muito rica em ferro.
-Por ter ação digestiva, auxilia também na prisão de ventre.
-Combate o escorbuto e o raquitismo pelo conteúdo de suas vitaminas.
-É portadora da enzima cinerase, que coagula o leite na fabricação de queijos.
-Possui como matérias minerais: cal, ácido silícico, óxido de ferro, cloreto de sódio, magnésio e ácido fosfórico.
INDICAÇÕES
Psoríase, doenças das vias biliares e hepáticas, diabetes, icterícia, eczemas, erupções cutâneas, anemia, escorbuto, raquitismo, colesterol, hemorroidas, prostatite, uretrite, bronquite asmática, debilidade cardíaca, hepatite, colecistite.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Planta herbácea, perene e rizomatosa, que pode atingir até 1,50m de altura. Apresenta caule estriado, com folhas carnosas e pubescentes, que podem ou não ser providas de espinhos. Suas inflorescências quando imaturas apresentam o receptáculo e a base das brácteas comestíveis, de sabor muito agradável. Pode também ser cultivada como planta ornamental, quando suas inúmeras flores desabrocham sobre o capítulo comestível. Os frutos são secos e indeiscentes.
Características da flor


Apresenta coloração azul-arroxeada, com grandes brácteas carnosas na base, de coloração verde ou vermelha. Estas flores estão reunidas numa inflorescência do tipo capítulo.
ORIGEM
Planta européia das regiões do Mediterrâneo, sendo cultivada no sul da Europa, na Ásia menor e ainda na América do Sul, principalmente no Brasil.

MODO DE USAR
O suco fresco é utilizado externamente para tratar eczemas e erupções cutâneas.
Dosagem indicada
Estimulante (hepático, vesicular e venal); artérias endurecidas; colesterol; diurético: Coloque 1 colher (sopa) de folhas fatiadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá), 2 ou 3 vezes ao dia, antes das principais refeições.
Coloque 2 colheres (sopa) de folhas fatiadas em xícara de álcool de cereais a 70%. Deixe em repouso por 5 dias e coe. Tome 1 colher (café) diluído em um pouco de água, antes das principais refeições.
Coloque 3 colheres (sopa) de folhas fatiadas em uma garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por cinco dias, agitando às vezes e coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.
Inflamações rebeldes, anemia Consumir as brácteas tenras e cruas ou ligeiramente aferventadas(cabeça), comer duas a três vezes ao dia, durante algumas semanas.
Nefrite -Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco do limão, 1 xícara três a quatro vezes ao dia.
Diabetes- Consumir a cabeça da alcachofra ao natural, juntamente com suco de limão, três a quatro vezes ao dia.
Bronquite asmática -Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco de limão e um pouco de azeite de oliva, 1 xícara de 3 a 4 vezes ao dia.
Hemorróidas, prostatite e uretrite -  Caldo em mistura com suco de cenoura ou limão, 1 copo quatro vezes ao dia.
Debilidade cardíaca - Comer brácteas cruas ou cozidas, sob a forma de salada, acompanhada de suco de limão.
Hepatite, colecistite, arterioesclerose -  Chá por decocção, na proporção de 30g de folhas para 1 litro de água, 1 xícara 3 vezes ao dia. Diurético Ferver 20g de raízes de alcachofra por cinco minutos em 1 litro de água. Deixar o líquido amornar, adoçar e tomar na dose de 3 xícaras ao dia.
CONTRA INDICAÇÕES.
É desaconselhável durante a gravidez e lactação.
Alérgicos à alcachofra, quando há obstrução do canal biliar.
Efeitos colaterais Não são conhecidos

Fonte: ci-67.ciagri.usp.br
 www.psleo.com.br
Formatação: Helio Rubiales

29 de mai de 2014

ERVA-DOCE - Pimpinella anisum L.- Propriedade medicinal - 116






FAMILIA
Apiáceas (Umbelíferas)
NOME CIENTÍFICO
Pimpinella anisum L.
NOME POPULAR
Anis-verde, anis, Erva-Doce Erva Doce
PARTE USADA
Frutos (diaquénicos) e óleo essencial
Caule – xarope e licores
Raiz – (infusão) para efeitos diuréticos
Sementes – (infusão) alivia cólicas causadas por gases, combate diarréia e vômitos
Folhas – usadas como condimento e infusão
PRINCíPIO ATIVO
Anetol, proteínas, óleo fixo, açúcares e cumarinas.
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS 
Devido ao óleo essencial, tem ação digestiva, espamolítica, mucolítica, galactogênica. Externamente, atua como revulsivo e anti-séptico.
 DESCRIÇÃO BOTÂNICA 
 Planta herbácea vivaz ou bienal, com altura entre 1,3 a 2,0m de altura., de caule ereto, ramoso, cilíndrico, verde com estrias azuis, brilhante e compacto, pronunciadamente aromática, que produz uma roseta de folhas, alternas, verde-azulado-escuras, brilhantes, divididas e subdivididas em segmentos capiliformes muito estreitos. Pecíolos longos com bainhas envolventes. Inflorescência tipo umbela composta de 7 a 20 subumbelas menores. Erva Doce Flores hermafroditas, pentâmeras, amarelas. Fruto oblongo, inicialmente verde-azulado, de formato oval a oblongo, glabro, achatado de um lado e convexo no outro, composto de dois aquênios de 3 a 4mm de comprimento por 1 a 2mm de largura, com estrias longitudinais.

Esta planta atinge até 35 cm de altura. Suas folhas são verdes, sendo as inferiores orbiculadas, as médias penadas, e as superiores inteiras ou bipartidas. As flores apresentam-se em buquês brancos e produzem frutos ovóides, ligeiramente alongados.

ORIGEM
Considera-se uma espécie originária da zona mediterrânea oriental e da Ásia Ocidental. Cultivada na Europa Meridional, Índia e Rússia. 


CURIOSIDADES HISTÓRICAS 
Em 1500 ªC. já era usada em alimentos e bebidas, além de ser aproveitada por suas propriedades medicinais. Os romanos usavam a Erva-Doce no preparo de um bolo que era servido ao final dos banquetes. Na Antiguidade, esta erva era tão valiosa, que a Inglaterra pagava impostos sobre a sua importação.
INDICAÇÕES /MODO DE USAR
Usos Médicos
Dispepsias Hopossecretoras, flatulência, espasmos gastrintestinais sobretudo nos lactentes e crianças pequenas. Gripe e Tosse. Inflamações orofaríngeas. Micoses cutâneas como pitiríase, candidíase, pé de atleta e também na pediculose e escabiose (aplicações tópicas) Principais Indicações Como eupépico e carminativo. Coriza e sintomas gripais associados a tosse ou inflamações orofaríngeas e preventivo da infecção
Usos Aprovados
Problemas dispépicos (perda de apetite). Gripe, tosse, bronquite. Inflamação da boca e faringe. Contra Indicações
Alergias ao anis (Erva-Doce) e ao anetol. Hiperestrogenismo. Não usar o óleo essencial por via interna na gravidez ou no aleitamento. Crianças menores de seis anos e doentes com problemas intestinais ou doenças neurológicas.
Efeitos Secundários e Toxicidade
O óleo essencial em doses não terapêuticas pode produzir efeitos convulsivos e originar reações de hipersensibilidade cutânea. Recomenda-se aplicar teste de tolerância antes da aplicação por inalação, inalar por 15 segundos e esperar 30 minutos.
Formas de Administração
Uso Interno
Dose média diária, 3g de frutos ou 0,1g de óleo essencial sobre torrão de açucar, no final das refeições.
Infusão dos frutos: 0,5 a 2%, 2 a 3 xícaras por dia.
Tintura (1:10): 30 a 50 gotas, 1 a 3 vezes por dia.
Em inalações, usar 30 a 50 gotas de óleo essencial para 1 litro de água quente.
Uso externo
Óleo essencial diluído a 10% em óleo de amêndoas

CONTRA INDICAÇÕES.
Alergias ao anis (Erva-Doce) e ao anetol.
Hiperestrogenismo.
Não usar o óleo essencial por via interna na gravidez ou no aleitamento.
Crianças menores de seis anos e doentes com problemas intestinais ou doenças neurológicas.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXIDADE
O óleo essencial em doses não terapêuticas pode produzir efeitos convulsivos e originar reações de hipersensibilidade cutânea. Recomenda-se aplicar teste de tolerância antes da aplicação por inalação, inalar por 15 segundos e esperar 30 minutos.
www.terracha.com.br
www.sensibilidadeesabor.com.br
 www.geocities.com
web.matrix.com.br
Formatação: Helio Rubiales


25 de mai de 2014

PINHÃO - Araucaria angustifolia - Propriedade medicinal - 115








FAMILIA
Araucariáceas
NOME CIENTÍFICO
Araucaria angustifolia
NOME POPULAR
Pinho, pinheiro-do-paraná, pinheiro-brasileiro, pinheiro-caiová, pinheiro-das-missões e pinheiro-são-josé
PARTE USADA
Amêndoas
PRINCíPIO ATIVO
Pinhão sem casca
Quantidade100 gramas
Água (%)6
Calorias571,43
Proteína (g)10,71
Gordura (g)60,71
Ácido Graxo Saturado (g)9,64
Ácido Graxo Monoinsaturado (g)23,21
Ácido Graxo Poliinsaturado (g)26,07
Colesterol (mg)0
Carboidrato (g)17,86
Cálcio (mg)7,14
Fósforo (mg)35,71
Ferro (mg)3,21
Potássio (mg)635,71
Sódio (mg)71,43
Vitamina A (UI)35,71
Vitamina A (Retinol Equivalente)3,57
Tiamina (mg)1,25
Riboflavina (mg)0,21
Niacina (mg)4,29
Ácido Ascórbico (mg)3,58

PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS 
*Afecções pulmonares 
Bronquites tanto asmáticas como catarrais ,Asma ,Traqueítes ,Tosses 
*Debilidade orgânica 
Diarréias, Disenterias, Fraqueza generalizada 
 DESCRIÇÃO BOTÂNICA 
Árvore com tronco reto, quase cilíndrico, casca grossa de até 10 centímetros de espessura, 10 a 35 metros de altura e 0,50 a 1,20 metro de diâmetro. A copa da árvore tem formato piramidal, em plantas jovens, e de taça, nas adultas. As acículas (folhas) são simples, alternas, espiraladas, lineares e lanceoladas, coriáceas, com 6 centímetros de comprimento por1 centímetro de largura e perenes.


Plantas dióicas, isto é, têm plantas que produzem flores masculinas e plantas com flores femininas. As flores masculinas são cilíndricas, alongadas, contêm escamas coriáceas e são produzidas nas extremidades dos ramos mais jovens.

As flores femininas, conhecidas popularmente como pinha, têm 10 a 20 centímetros de comprimento por 2 a 5 centímetros de diâmetro e são produzidas diretamente nos ramos primários que saem do tronco da árvore..


O vento é o principal responsável pela polinização das flores e, até o amadurecimento da pinha contendo sementes, pode demorar 2 anos. O período da produção de sementes varia um pouco em função das regiões : de março a setembro, no estado do Paraná; de abril a julho, nos estados de São Paulo e Santa Catarina e de abril a agosto, no Rio Grande do Sul. As plantas crescem e produzem bem em condições de temperatura amena a fria, tolera até -5º C, com boa disponibilidade de água no solo e boa fertilidade do solo. A propagação é feita por sementes. As sementes devem ser plantadas logo após a colheita, porque a sua capacidade de germinação diminui e pode perder completamente em torno de 120 dias depois. Para quebrar a dormência e melhorar a germinação das sementes, recomenda-se colocá-las imersas na água em temperatura ambiente por 24 horas e depois plantá-las. O plantio no campo pode ser por sementes e por mudas, obtidas em viveiros.
ORIGEM
 América do Sul, Brasil
MODO DE USAR
O pinhão pode ser cozido ou assado na brasa, onde o fogo deve agir lentamente para que a casca se abra e libere todas as qualidades de aroma e sabor.
Pinhão cozido

www.jardimdeflores.com.br
 www.frutas.radar-rs.com.br
www.festadopinhao.com
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales